Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Não gosto de rotina. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. E são poucas as pessoas pra quem eu me explico
“Respira fundo e finge que não doeu. As palavras machucaram o coração, espatifaram com o orgulho e destruíram a auto-estima. Mas segura o choro, dá um sorriso e olha pra cima. Ninguém precisa saber que tá doendo, e mesmo se alguém souber, não vai se importar. Não demonstra que é melhor. Espera chegar em casa e chora no banheiro, pode chorar lá, o tanto que quiser, acaba com tuas lágrimas, mas quando abrir a porta, dá um sorriso e diz que está bem […] Se alguém te esquecer, dê um sorriso e finja que nem lembra deste alguém, finja que também esqueceu e dê mais um sorriso enorme. Já disse, espera chegar em casa e se tranca no banheiro. Chora pela saudade, pela tristeza e pelo abandono, mas quando abrir a porta, finja que encontrou pessoas melhores. E se ninguém acreditar nas suas palavras, abra um sorriso maior ainda e prove que está bem. Ignore o teu coração totalmente espatifado, e sorria. E se ninguém perceber que você está mal, melhor ainda, está se tornando um ótimo ator […] E se continuar doendo, e der vontade de desaparecer, respira fundo e finge que não doeu.”